Em todo o tempo, a Esperança é o Senhor


0 Flares Twitter 0 Facebook 0 Filament.io 0 Flares ×

Nos tempos de eleições é muito comum as pessoas pensarem mais no futuro. Pensam na possibilidade de uma vida melhor, nas garantias de manter as conquistas já alcançadas, nas oportunidades para as gerações futuras, nossos filhos, e tantas outras coisas mais que consideramos em momentos históricos como este. Frequentemente uma palavra é usada em excesso neste contexto: – Esperança.

Na melhor das hipóteses, os dicionários descrevem a esperança como a “expectativa otimista da realização daquilo que se almeja[1]”. No entanto, não são todos que tem uma visão tão positiva em relação à esperança. Nietzche, por exemplo, costumava dizer que a esperança é o derradeiro mal, que é o pior dos males, porque prolonga o tormento e o sofrimento.

O profeta Jeremias foi um dos que, sob inspiração de Deus, descreveu com maior maestria o que é a esperança. No final do versículo de Jr 17.7 surge a pérola da definição, quando diz que “…esperança é o Senhor”. A genuína esperança é o próprio Senhor. Neste texto (Jr 17.5-8) o Senhor está trabalhando o conceito de confiança. A confiança é a demonstração de onde está a esperança. Nos versículos seguintes, o texto explica porque o ser humano erra tanto quando não coloca sua esperança no Senhor. Os versos 9 e 10 descrevem a condição desesperada do coração humano, desprovido de cura espiritual, que acaba por produzir engano e perversidade.

As Escrituras separam muito bem as duas situações relacionadas à esperança. De fato, biblicamente,  existem dois tipos de pessoas, ou seja, as que não têm esperança no Senhor e as que têm (Ef 2.12).  Em uma análise abrangente, a verdadeira esperança está totalmente ligada ao que a pessoa Jesus Cristo representa na vida de cada homem e mulher.

Aqueles que não usufruem desta esperança são todos os que negam a existência de Deus, Seu poder, Sua ação na história e a Sua revelação através da Palavra (Sl 14.1; Rm 1.18-27). Podemos dizer que, além destes pontos elencados anteriormente, existe o fato destas pessoas não confiarem suas vidas a Jesus. As pessoas que são inimigas da esperanças, como Nietzche, não concebem que possa existir alguém com a capacidade de senhorio que Jesus tem. Estas pessoas são incapazes de ver a vida em sua plenitude, por não crerem que Jesus é o filho de Deus (Jo 3.36) e, consequentemente, vivem sob domínio do pecado. Sem reconhecê-lo (o pecado), a esperança perde o sentido. Tais homens e mulheres estão condenados a uma vida de sofrimento e angústia absurda (Jo 8.21).

O segundo grupo, os que têm esperança em Jesus, é formado por todos aqueles que acreditam com veemência no poder de salvação de Cristo. Não colocam sua fé somente no cuidado de Jesus para esta vida, mas principalmente para a eternidade. Os que têm a verdadeira esperança conservam o seu foco na vida eterna (Tt 1.2; 1Pe 1.4) e na consolação que ela traz (1Ts 4.13).

Por mais esperançosos que podemos ficar com momentos históricos, sabemos que em hipótese nenhuma podemos descansar nas promessas de homens (Sl 1). Antes disto, devemos entender que a própria esperança é o Senhor. Somente através Dele é que podemos alcançar garantias para o futuro. Como diz o texto de Jeremias, que vimos no começo deste artigo, “…bendito o homem que confia no Senhor e cuja esperança é o Senhor. Porque ele é como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e, no ano de sequidão, não se perturba, nem deixa de dar fruto.”

Os presidentes, governadores, prefeitos passam, mas o Senhor permanece para sempre. Sempre cumpra o seu papel de cidadão, mas nunca troque a Verdadeira Esperança, aquela que te sustentará durante todos os momentos da sua vida, por promessas vazias de tempos supostamente melhores. Lembre-se, a Esperança é o Senhor!

Deus o abençoe.

Fabio Marchiori Machado


[1] iDicionário Aulete – http://aulete.uol.com.br

Nos tempos de eleições é muito comum as pessoas pensarem mais no futuro. Pensam na possibilidade de uma vida melhor, nas garantias de manter as conquistas já alcançadas, nas oportunidades para as gerações futuras, nossos filhos, e tantas outras coisas mais que consideramos em moentos históricos como este. Frequentemente uma palavra é usada em excesso neste contexto: – Esperança.

Na melhor das hipóteses, os dicionários descrevem a esperança como a “expectativa otimista da realização daquilo que se almeja[1]”. No entanto, não são todos que tem uma visão tão positiva em relação à esperança. Nietzche, por exemplo, costumava dizer que a esperança é o derradeiro mal, que é o pior dos males, porque prolonga o tormento e o sofrimento.

O profeta Jeremias foi um dos que, sob inspiração de Deus, descreveu com maior maestria o que é a esperança. No final do versículo de Jr 17.7 surge a pérola da definição, quando diz que “…esperança é o Senhor”. A genuína esperança é o próprio Senhor. Neste texto (Jr 17.5-8) o Senhor está trabalhando o conceito de confiança. A confiança é a demonstração de onde está a esperança. Nos versículos seguintes, o texto explica porque o ser humano erra tanto quando não coloca sua esperança no Senhor. Os versos 9 e 10 descrevem a condição desesperada do coração humano, desprovido de cura espiritual, que acaba por produzir engano e perversidade.

As Escrituras separam muito bem as duas situações relacionadas à esperança. De fato, biblicamente, existem dois tipos de pessoas, ou seja, as que não têm esperança no Senhor e as que têm (Ef 2.12). Em uma análise abrangente, a verdadeira esperança está totalmente ligada ao que a pessoa Jesus Cristo representa na vida de cada homem e mulher.

Aqueles que não usufruem desta esperança são todos os que negam a existência de Deus, Seu poder, Sua ação na história e a Sua revelação através da Palavra (Sl 14.1; Rm 1.18-27). Podemos dizer que, além destes pontos elencados anteriormente, existe o fato destas pessoas não confiarem suas vidas a Jesus. As pessoas que são inimigas da esperanças, como Nietzche, não concebem que possa existir alguém com a capacidade de senhorio que Jesus tem. Estas pessoas são incapazes de ver a vida em sua plenitude, por não crerem que Jesus é o filho de Deus (Jo 3.36) e, consequentemente, vivem sob domínio do pecado. Sem reconhecê-lo (o pecado), a esperança perde o sentido. Tais homens e mulheres estão condenados a uma vida de sofrimento e angústia absurda (Jo 8.21).

O segundo grupo, os que têm esperança em Jesus, é formado por todos aqueles que acreditam veementemente no poder de salvação de Cristo. Não colocam sua fé somente no cuidado de Jesus para esta vida, mas principalmente para a eternidade. Os que têm a verdadeira esperança conservam o seu foco na vida eterna (Tt 1.2; 1Pe 1.4) e na consolação que ela traz (1Ts 4.13).

Por mais esperançosos que podemos ficar com momentos históricos, sabemos que em hipótese nenhuma podemos descansar nas promessas de homens (Sl 1). Antes disto, devemos entender que a própria esperança é o Senhor. Somente através Dele é que podemos alcançar garantias para o futuro. Como diz o texto de Jeremias, que vimos no começo deste artigo, “…bendito o homem que confia no Senhor e cuja esperança é o Senhor. Porque ele é como

Nos tempos de eleições é muito comum as pessoas pensarem mais no futuro. Pensam na possibilidade de uma vida melhor, nas garantias de manter as conquistas já alcançadas, nas oportunidades para as gerações futuras, nossos filhos, e tantas outras coisas mais que consideramos em moentos históricos como este. Frequentemente uma palavra é usada em excesso neste contexto: – Esperança.

Na melhor das hipóteses, os dicionários descrevem a esperança como a “expectativa otimista da realização daquilo que se almeja[1]”. No entanto, não são todos que tem uma visão tão positiva em relação à esperança. Nietzche, por exemplo, costumava dizer que a esperança é o derradeiro mal, que é o pior dos males, porque prolonga o tormento e o sofrimento.

O profeta Jeremias foi um dos que, sob inspiração de Deus, descreveu com maior maestria o que é a esperança. No final do versículo de Jr 17.7 surge a pérola da definição, quando diz que “…esperança é o Senhor”. A genuína esperança é o próprio Senhor. Neste texto (Jr 17.5-8) o Senhor está trabalhando o conceito de confiança. A confiança é a demonstração de onde está a esperança. Nos versículos seguintes, o texto explica porque o ser humano erra tanto quando não coloca sua esperança no Senhor. Os versos 9 e 10 descrevem a condição desesperada do coração humano, desprovido de cura espiritual, que acaba por produzir engano e perversidade.

As Escrituras separam muito bem as duas situações relacionadas à esperança. De fato, biblicamente,  existem dois tipos de pessoas, ou seja, as que não têm esperança no Senhor e as que têm (Ef 2.12).  Em uma análise abrangente, a verdadeira esperança está totalmente ligada ao que a pessoa Jesus Cristo representa na vida de cada homem e mulher.

Aqueles que não usufruem desta esperança são todos os que negam a existência de Deus, Seu poder, Sua ação na história e a Sua revelação através da Palavra (Sl 14.1; Rm 1.18-27). Podemos dizer que, além destes pontos elencados anteriormente, existe o fato destas pessoas não confiarem suas vidas a Jesus. As pessoas que são inimigas da esperanças, como Nietzche, não concebem que possa existir alguém com a capacidade de senhorio que Jesus tem. Estas pessoas são incapazes de ver a vida em sua plenitude, por não crerem que Jesus é o filho de Deus (Jo 3.36) e, consequentemente, vivem sob domínio do pecado. Sem reconhecê-lo (o pecado), a esperança perde o sentido. Tais homens e mulheres estão condenados a uma vida de sofrimento e angústia absurda (Jo 8.21).

O segundo grupo, os que têm esperança em Jesus, é formado por todos aqueles que acreditam veementemente no poder de salvação de Cristo. Não colocam sua fé somente no cuidado de Jesus para esta vida, mas principalmente para a eternidade. Os que têm a verdadeira esperança conservam o seu foco na vida eterna (Tt 1.2; 1Pe 1.4) e na consolação que ela traz (1Ts 4.13).

Por mais esperançosos que podemos ficar com momentos históricos, sabemos que em hipótese nenhuma podemos descansar nas promessas de homens (Sl 1). Antes disto, devemos entender que a própria esperança é o Senhor. Somente através Dele é que podemos alcançar garantias para o futuro. Como diz o texto de Jeremias, que vimos no começo deste artigo, “…bendito o homem que confia no Senhor e cuja esperança é o Senhor. Porque ele é como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e, no ano de sequidão, não se perturba, nem deixa de dar fruto.”

Os presidentes, governadores, prefeitos passam, mas o Senhor permanece para sempre. Sempre cumpra o seu papel de cidadão, mas nunca troque a Verdadeira Esperança, aquela que te sustentará durante todos os momentos da sua vida, por promessas vazias de tempos supostamente melhores. Lembre-se, a Esperança é o Senhor!

Deus o abençoe.

Fabio Marchiori Machado


[1] iDicionário Aulete – http://aulete.uol.com.br

a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e, no ano de sequidão, não se perturba, nem deixa de dar fruto.”

Os presidentes, governadores, prefeitos passam, mas o Senhor permanece para sempre. Sempre cumpra o seu papel de cidadão, mas nunca troque a Verdadeira Esperança, aquela que te sustentará durante todos os momentos da sua vida, por promessas vazias de tempos supostamente melhores. Lembre-se, a Esperança é o Senhor!

Deus o abençoe.

Fabio Marchiori Machado


[1] iDicionário Aulete – http://aulete.uol.com.br

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *